01 Novembro 2011

Music:The World 7 Billion People! United (Seven Billion Actions)

1 comentários:

Joana Pinto 10ºb disse...

Na passada segunda-feira, 31 de Outubro de 2011, nasceu o habitante 7 mil milhões no Planeta Terra. Este anúncio foi oficialmente dado pela ONU para simbolizar a passagem da população para os 7 biliões. O seu nome é Danica May Camacho, de 2,5 kg, nasceu no domingo pouco antes da meia-noite nas Filipinas.
Porém a própria ONU admitiu não saber com exactidão se já nasceu o bebé 7 mil milhões ou se ainda estará por nascer devido à enorme quantidade de pessoas que morrem ou nascem nos países em desenvolvimento e que não são registadas. “Mesmo o melhor dos censos tem uma margem de erro de três por cento”, disse ao PÚBLICO Álvaro Serrano, coordenador da campanha “Sete Mil Milhões de Acções”, lançado pelo Fundo das Nações Unidas para a População. Através de gráficos e estudos demográficos, se 2011 for o ano correto para esta etapa dos 7 biliões, então a população mundial terá aumentado cerca de mil milhões de habitantes em apenas 12 anos, e estima-se que em 2050 a população global atinga o marco de 9,3 mil milhões. Com este aumento demográfico vem problemas filosóficos como "Se a raça humana conta os 7 mil milhões, como irá ser no futuro, a qualidade de vida? Será que iremos gastar todos os recursos do nosso planeta provenientes da Natureza?" ou "Com todo este crescimento demográfico notável será possível alguma vez alcançar a paz mundial? Ou será que, com este aumento do número de habitantes, o mundo passará por um período de fome e guerra devido à exploração do planeta?", "E como vivem os habitantes dos países com elevada taxa de natalidade, com o aumento demográfico, como a China?". São com estes problemas filósofos que nos deparamos diariamente quando pensamos globalmente, e como para todos os problemas filosóficos terá de haver uma teoria fundamentada com argumentos. Para tal , o jornal Público publicou 9 cenários possíveis de vida para o bebé 7 mil milhões onde podemos observar cenários de vida em Portugal, no Japão, na China, na América, no Brasil, no Haiti, na Nigéria, na Índia e na Rússia e as suas diferenças em termos de acesso a instalações sanitárias adequadas, a vacinas, a probabilidade de nascer na cidade, a esperança média de vida nos homens e nas mulheres, a média de filhos que um casal tem, o número de hectares produtivos necessários para sustentar o seu nível de vida e o número de bebés que irão nascer no dia de hoje. Através deste estudo podemos ver diferencias notórias entre países em desenvolvimento como a Índia e países já desenvolvidos como a América como por exemplo na índia uma pessoa gasta em média 0,9 hectares e nascem 72,420 bebés por dia, enquanto que na América uma pessoa gasta cerca de 8 hectares e nascem 11,748 bebés por dia. São estas diferenças que nos levarão a um futuro melhor ou não , e através da filosofia podemos argumentar modos de por exemplo o que fazer na América para esta ter uma gestão mais sustentável dos recursos ou uma maneira de na Índia haver uma menor taxa de natalidade.