
28 fevereiro 2007
Quem foi Platão?

Platão (428/427 a.C – 347 a.C) foi um filósofo grego, discípulo de Sócrates, fundador da Academia e mestre de Aristóteles. A sua filosofia é de uma grande importância e influência. Platão dedicou-se a vários temas, entre eles a ética, a política, a metafísica e a teoria do conhecimento.
Em linhas gerais Platão desenvolveu a noção de que o homem está em contacto permanente com dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A primeira é uma realidade permanente, imutável, igual a si mesma.
A segunda são todas as coisas que nos afectam os sentidos, são realidades dependentes e mutáveis.
Em linhas gerais Platão desenvolveu a noção de que o homem está em contacto permanente com dois tipos de realidade: a inteligível e a sensível. A primeira é uma realidade permanente, imutável, igual a si mesma.
A segunda são todas as coisas que nos afectam os sentidos, são realidades dependentes e mutáveis.
Esta concepção platónica é conhecida por Teoria das Ideias ou teoria das Formas.
Platão também elaborou uma teoria gnosiológica ou seja, uma teoria que explica como se pode conhecer as coisas, ou ainda, uma teoria do conhecimento. Segundo ele, ao ver um objecto repetidas vezes, uma pessoa lembra-se aos poucos da Ideia daquele objecto, que viu no mundo das Ideias.
Platão também elaborou uma teoria gnosiológica ou seja, uma teoria que explica como se pode conhecer as coisas, ou ainda, uma teoria do conhecimento. Segundo ele, ao ver um objecto repetidas vezes, uma pessoa lembra-se aos poucos da Ideia daquele objecto, que viu no mundo das Ideias.
Para explicar como se dá isso, Platão recorre a um mito que diz que, antes de nascer a alma de cada pessoa vivia no mundo das Ideias. Quando uma pessoa nasce a sua alma é lançada para a Terra. Com o impacto a pessoa esquece tudo o que adquiriu no mundo das ideias e só volta a lembrar-se quando um objecto lhe aparece de diferentes formas, aí ela recorda-se da ideia desse objecto. Essa recordação, para Platão designa-se de anamnesis, ou Reminiscência.
David Barbosa
Paula Martins
10ºB
David Barbosa
Paula Martins
10ºB
15 fevereiro 2007
A filosofia na Poesia de Manuel Alegre

“Quem somos, donde vimos, para onde vamos?
Há muito já que moro no porquê.
Nada sabemos senão que passamos.
E há sempre um homem que já foi
E há sempre um homem que ainda não é.
É esse que me dói.
Agora sei que nada é fixo: há sempre um por fazer
Há sempre outro partir depois de cada chegar
Agora sei que para saber
É preciso rasgar as mãos … e procurar.”
Manuel Alegre
Há muito já que moro no porquê.
Nada sabemos senão que passamos.
E há sempre um homem que já foi
E há sempre um homem que ainda não é.
É esse que me dói.
Agora sei que nada é fixo: há sempre um por fazer
Há sempre outro partir depois de cada chegar
Agora sei que para saber
É preciso rasgar as mãos … e procurar.”
Manuel Alegre
13 fevereiro 2007
O homem está condenado a ser livre?
Afirma Jean Paul Sartre que “O homem está condenado a ser livre”. Concerteza um afirmação um pouco rebuscada para muitos mas que pode ser claramente entendida devido à posição perante a liberdade do autor. É notório que Sartre, um “existencialista ateu”, não aceita totalmente a teoria determinista, corrente filosófica que defende que a liberdade é uma ilusão incompatível com um mundo regido por leis, mas sim o determinismo moderado, que nos diz que apesar de existirem algumas condicionantes (biológicas, histórico-culturais e psicológicas) o homem é livre de escolher determinadas acções. Ou seja, nenhum de nós escolheu se queria vir ao mundo, apenas nasceu e ficou desde logo condenado a viver num determinado país, com determinados pais, com uma determinada cultura, numa determinada geração. No entanto, nenhuma dessas condicionantes nos impede de tomarmos certas decisões como escolher sermos honestos ou falsos. Estas escolhas somos nós que as temos de fazer e são elas que, juntamente com a maneira como escolhemos, vão ditar como nos vamos comportar perante determinadas situações, vão determinar a nossa personalidade, ou seja, fazem com que o homem tenha capacidade de se construir a si próprio. E é aí que recai a frase transcrita no início do texto. O homem durante toda a sua vida é obrigado a tomar decisões livremente, estando condenado “porque não se criou a si próprio” (condicionantes), mas sempre condenado e obrigado a escolher livremente o que quer ou não fazer. É óbvio que intrínseca a esta condenação está a responsabilidade que o homem deve ter para poder construir-se a si próprio e ao Mundo, pois cada acção do homem deixa uma marca para os seus sucessores e se assim não fosse, a espécie humana continuaria na pré-história. Assim, o homem pode e deve ser responsabilizado pelos seus actos, sejam eles bons ou maus.
Sílvia Vieira 10ºA
Sílvia Vieira 10ºA
12 fevereiro 2007
Os sofistas e a retórica
08 fevereiro 2007
Direitos Humanos
“1º Toda a pessoa tem direito a um nível de vida suficiente para lhe assegurar e à sua família a saúde e o bem-estar, principalmente quanto à alimentação, ao vestuário, ao alojamento, à assistência médica e ainda quanto aos serviços sociais necessários; e tem direito à segurança no desemprego, na doença, na invalidez, na viuvez, na velhice e noutros casos de perda de meios de subsistência por circunstâncias independentes da sua vontade.”
In Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 25
In Declaração Universal dos Direitos Humanos, Artigo 25
O fundamental da atitude filosófica é a crítica
"Deverá pois a iniciação filosófica assumir um carácter essencialmente crítico e consistir num debate dos problemas básicos que não seja dominado pelo intuito dogmático de cerrar as portas às discussões ulteriores."
Prefácio de António Sérgio a
"Os problemas da Filosofia",
de Bertrand Russel
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