13 janeiro 2011

Home - mundo é a nossa casa!


Em 200 mil anos na Terra, a Humanidade tem perturbado o equilíbrio do planeta, estabelecido por quase 4 biliões de anos de evolução. O preço a pagar é alto, mas é tarde demais para ser pessimista: a Humanidade tem apenas 10 anos para inverter esta tendência e tornar-se consciente da extensão total da destruição da Terra e alterar os seus modelos de consumo. Yann Arthus-Bertrand, o realizador, traz-nos imagens aéreas únicas de mais de 50 países para partilhando esperanças e receios num filme que lança a primeira pedra do edifício que, todos juntos, teremos de reconstruir.

Deixa aqui o teu comentário sobre o filme visualizado na aula.

04 dezembro 2010

Deus existe, ou é uma invenção da mente humana?

O grupo de Filosofia, o Grupo de Educação Moral e Religiosa e o Departamento de Ciências Físico-Naturais do Externato Infante D. Henrique organizam no dia 16 de Março de 2011 um debate sobre o problema da existência de Deus, intitulado “Deus existe ou é uma invenção da mente humana?”. Para este debate convidámos o Filósofo Alfredo Dinis, da Universidade Católica Portuguesa e o Cientista João Paiva, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto. A discussão deste tema na escola será de elevada importância. Poderá ajudar-te a compreender melhor um dos problemas mais enigmáticos da história humana e compreender também as principais diferenças entre a Ciência, a Filosofia e a Religião.
Alfredo Dinis e João Paiva são autores do livro "Educação, Ciência e Religião", uma obra interessante sobre o problema central deste debate, que podes adquirir por cerca de 12 euros (Editora Gradiva) para melhor te preparares para este debate.

16 novembro 2010

A arte de argumentar...

Argumento por analogia

O argumento por analogia atribui uma propriedade (E) a um acontecimento/ser ou objecto (X) por tal propriedade se ter verificado em algum ser/objecto(s) ou acontecimento(s) semelhante(s) conhecido (Y).

Tem a seguinte estrutura:

X é semelhante a Y nos aspectos A,B,C, D…

Y tem o aspecto E

Então X é semelhante a Y no aspecto E

Vejamos o seguinte exemplo:

(X) Este cão é semelhante ao cão da Ana (Y) em raça (A), porte (B), postura (C) e olhar nervoso (D).

O cão da Ana morde sem razão aparente (E).

Logo, este cão (X) (a exemplo do cão da Ana-Y) morde sem razão aparente (E).

Adaptado de Filosofia, Luís Rodrigues, Plátano Editora

15 novembro 2010

Exercícios - Argumentação

Identifica os seguintes argumentos informais. Verifica se é cometida alguma falácia. Justifica.

1. As calculadoras são como as pessoas, porque quer as pessoas quer as calculadoras sabem fazer contas. As pessoas frequentam a escola para aprender a fazer contas. Logo, as calculadoras também frequentam a escola para aprender a fazer contas.

2. Os seres humanos que existem actualmente (e também os que já existiram) são incapazes de respirar (de modo natural, sem usar aparelhos) debaixo de água. Por consequência, pode-se dizer que pelo menos as próximas gerações de seres humanos não conseguirão respirar naturalmente debaixo de água.

3. Nas lojas onde compro materiais para desportos radicais e nas lojas onde compro livros e discos, já fui várias vezes atendido por empregados de bigode que se enganaram nos trocos. Parece-me, por isso, que as pessoas de bigode não sabem fazer contas.

A Arte de Argumentar, de Anthony Weston

Um bom auxiliar para melhorares as tuas competências argumentativas. Um bom livro para te ajudar a compreender melhor os diversos tipos de argumentos (conteúdos do 11ºano), para avaliar e redigir ensaios argumentativos, para defenderes melhor as tuas ideias e, por isso, exerceres com clareza e rigor a tua capacidade crítica.

Editora: Gradiva

01 novembro 2010

Desafio lógico!

Resolve o seguinte exercício através das regras do silogismo condicional e disjuntivo.
Envia a solução para ao blogue.

De duas coisas uma: ou o malfeitor veio de automóvel ou a testemunha se enganou. Se o malfeitor tinha um cúmplice, então veio de automóvel. Ou o malfeitor não tinha um cúmplice e não tinha a chave do apartamento, ou o malfeitor tinha um cúmplice e tinha a chave do apartamento. Conseguiu provar-se que o malfeitor tinha a chave do apartamento e tinha um cúmplice.




Conclusões:
a) O malfeitor veio de automóvel.
b) O malfeitor não veio de automóvel.
c) A testemunha não se enganou.
d) A testemunha enganou-se.
e) Não se pode saber se a testemunha se enganou.

in "Um outro olhar sobre o mundo", Ed. Asa, pag.73


Programação das AULAS DE FILOSOFIA - RTP Madeira com o Prof. Rolando Almeida

Podes aceder às aulas de Filosofia da RTP Madeira, lecionadas pelo Prof. Rolando Almeida (na foto), acedendo aos links abaixo.  TELENSINO (R...